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Notícias

dez 10 Diretor da Abrace fala com secretários de educação na Associação Comercial do Paraná.

Associação Comercial do Paraná - Benjamim Horta

Benjamim Horta apresenta a Abrace – Programas Preventivos e fala da importância do projeto para amenizar o índice de bullying nas escolas brasileiras.

Dia 06 de novembro, o Diretor da Abrace – Programas Preventivos, Benjamim Horta, apresentou uma pequena parte do que se trata a Abrace e o seus Programas de Prevenção aos educadores, e secretários de educação do Paraná, que se reuniram na Associação Comercial do Paraná (ACP), em Curitiba.

Horta destacou aos palestrados a gravidade do problema enfrentado com o bullying nos tempos atuais, e de que forma a Abrace pode ajudar a combater e a sanar definitivamente este mal. Ressaltou a importância de estar atento aos sinais de violência escolar que crianças e jovens podem apresentar e relatou o caso de uma criança moradora de Ponta Grossa cujo assédio contínuo ressaltou em suicídio.

 

dez 9 Pais e responsáveis, como lidar com o bullying?

Sem dúvida alguma o bullying é um dos principais temas nas conversas entre pais, professores e diversos profissionais no dia a dia de milhares de escolas e instituições de ensino. Desde o estabelecimento do conceito, as reclamações de muitas crianças e adolescentes tem se tornado importantes pistas na hora de identificar o que ultrapassa o comportamento aceitável entre colegas.
Mas e você, sabe como lidar com tudo isso? Nós separamos diversas dicas e classificações para te ajudar a entender até onde interferir diante de algumas situações:

O que é Bullying?
bullying é humilhar e/ou perseguir uma pessoa sem motivo aparente. Insultar, agredir, espalhar rumores em qualquer meio social. Caso isso aconteça na web ou outros meios tecnológicos a denominação passa a ser Cyberbullying.
Há uma diferença notável entre piadas, brincadeiras e o ato intencional de ofender ou magoar. É importante checar estes fatores antes de tomar qualquer conclusão. Mas conflitos em geral tendem a se agravar e gerar um ambiente instável, logo, toda alteração em uma rotina tranquila deve ser verificada.

Como identificar?
Existem alguns casos em que as vítimas acabam não relatando os acontecimentos. Veja alguns sintomas que podem denunciar o assédio:

– Baixa autoestima e autoimagem negativa.
– Queda no rendimento escolar.
– Problemas de saúde sem causa aparente.
– Sono leve e pesadelos.
– Fobia de ir à escola ou realizar atividades relacionadas.

O que fazer?

– Encoraje seu filho (a) a descrever os fatos da forma mais detalhada possível. Não se esqueça de perguntar sobre as pessoas que presenciaram as agressões e que podem ajudar. Parabenize também pela iniciativa de compartilhar todo o ocorrido.

– Controle suas emoções diante dos relatos. É importante demonstrar calma e não incentivar qualquer reação violenta ou represália para “dar o troco”.

– Comunique-se com a escola e os responsáveis docentes para que o assunto seja tratado seriamente. Exija um acompanhamento diário e medidas preventivas para que outros casos não ocorram ou voltem a se repetir.

Manter diálogos abertos com bastante liberdade para tratar todo e qualquer assunto, e extinguir qualquer dúvida de que seus filhos podem contar com você são os primeiros passos para lidar com essas novas diretrizes da educação. O respeito e outros valores importantes também devem ser estimulados.
Toda criança, jovem ou adulto tem direito a uma vida acadêmica saudável, e a construção e o desenvolvimento disso começa em casa.

Fonte: Jusbrasil

dez 4 Psicóloga relata preocupação com casos de bullying dentro das escolas.

Segundo matéria do G1 do dia 5 de novembro de 2013, o bullying é um dos grandes motivos em que crianças e adolescentes desejam sair do ambiente escolar. Veja mais na matéria:

Matéria G1 sobre bullying escolar

“Insultos, humilhações, desprezo. O bullying é um dos maiores problemas vivenciados por crianças e adolescentes. As consequências, se o caso não tiver acompanhamento, podem ser levadas para a vida toda. E, o pior, o ciclo pode nunca ter fim. Geralmente os autores das agressões e ofensas já foram vítimas. Segundo os especialistas, o bullying gera um alto índice de tentativas de suicídio, depressão e evasão escolar. E quem sofre, não costuma contar isso para outras pessoas, por isso os adultos devem ficar atentos.

Os casos mais comuns acontecem dentro das escolas. Os bullies sempre encontram as pessoas que são diferentes do ‘padrão’ pregado pela sociedade. Michael Douglas, de 20 anos, passou a maior parte da sua vida enfrentando a situação. Ele, que sofreu insultos e passou vergonha por estar acima do peso, conhece bem a gravidade do problema. “Eu sofria muito no meu ensino fundamental, quando tinha uns 12 anos. Eu era acima do peso, foi difícil, porque me provocavam muito, me xingavam. Era chamado de gordinho, de nerd. Uma época eu cheguei até a faltar nas aulas, porque era muito ruim aquilo”, conta. Douglas enfrentou o problema até os 18 anos.

A psicóloga e psicoterapeuta paraense Zildinha Sequeira, explica que as causas do bullying podem ser as mais diversas. “O que torna alguém um agressor? A forma como ele foi criado. A falta de limites, inclusive na educação. Características da personalidade, maneira de ser. A violência nas ruas que banaliza tudo. A inveja, o ciúme”. Segundo ela, em boa parte dos casos, o agressor foi vítima. “O agredido de hoje, amanhã pode virar agressor. Como forma de desforrar no outro aquilo que ele passou”.

Não foi o caso de Douglas, que conseguiu superar o trauma, e não precisou descontar em ninguém tudo o que sofreu. “Eu consegui aprender a lidar com aquilo. Graças a Deus minha família me deu condição de ter uma cabeça boa, e eu superei. Não precisei de nenhuma ajuda de fora, superei por mim mesmo”. No entanto, apesar da superação, ele deixou de realizar algumas coisas por conta de tudo o que passou. “Praticar esportes é uma delas. Sempre faziam eu passar vergonha na frente de todo mundo, por ser ‘gordinho’. Era o último a ser escolhido”.

Como o bullying geralmente acontece longe da visão dos adultos, o problema é mais difícil de ser percebido. Estar atento aos sintomas torna-se imprescindível para que alguma ajuda seja prestada antes que as vítimas tenham sequelas. “Para acabar com o bullying, não é só punindo. É preciso fazer uma campanha de conscientização. Quem é vítima, precisa ser ajudado. Quem é agressor, também precisa ser ajudado. É preciso fazer algo urgente sobre isso. O índice de tentativas de suicídio, de depressão, de evasão escolar com relação ao bullying está crescendo assustadoramente. A Organização Mundial da Saúde considera que há uma epidemia mundial”, finaliza.”

Fonte: G1

dez 3 Saiba qual é a ideia principal da Abrace – Programas Preventivos.

3.Seminários

Olá! Nós somos a Abrace – Programas Preventivos, e trabalhamos no combate ao bullying escolar.

Vivemos um tempo de profundas mudanças sociais, e neste momento, temos a oportunidade de nos unir a fim de investir em nossas crianças e jovens, proporcionando assim o futuro sonhado por eles.

Nós, da Abrace, trabalhamos por uma mobilização política e social, para juntos combatermos o bullying e a violência escolar, e mudarmos a realidade das escolas brasileiras.

Entre em contato conosco!

dez 2 Vítima de bullying, relata seu drama diário ao frequentar a escola.

É por causa de depoimentos chocantes como este que a Abrace – Programas Preventivos existe. Mais do que ser uma empresa que combate o bullying, queremos com amor, mudar realidades como estas e melhorar o futuro de crianças e jovens do nosso país impedindo que este problema se prolifere.

Dissemine conosco o combate a esta causa, e conte com a gente para transformar a vida de pessoas.