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jul 24 Unidades do Colégio SEB Dom Bosco iniciam o projeto Escola Sem Bullying, em Curitiba/PR.

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Durante o último sábado (22 de julho), os professores, coordenadores e diretores das unidades Dom Bosco Ahú e Mercês de Curitiba/PR estiverem presentes na capacitação “Práticas Pedagógicas de Prevenção ao Bullying”, palestra que inicia o projeto Escola Sem Bullying da Abrace Programas Preventivos, e que está sendo implementado na instituição a partir deste mês.

O encontro teve como objetivo dar início ao processo de conscientização dos professores contra a prática do bullying no ambiente escolar. Durante quatro horas, a equipe aprendeu sobre os fundamentos práticos do bullying, além da etiologia e as causas do comportamento agressivo entre crianças e adolescentes.

O “Escola Sem Bullying” possui 12 etapas e tem a proposta de reduzir em até 94% os índices de violência nas instituições escolares participantes. Por meio de várias atividades, a iniciativa valoriza a sensibilização e a conscientização dos alunos a respeito do bullying dentro e fora da escola, ao passo em que reforça a importância da igualdade, da solidariedade, bem como da consciência ética e moral.

A Abrace Programas Preventivos

Fundada por Benjamim Horta, a Abrace – Programas Preventivos é uma empresa que auxilia escolas e instituições de ensino na criação e aplicação de projetos que visem ampliar o desenvolvimento das potencialidades dos alunos, por meio ações que promovam o reforço de valores essenciais à formação integral do indivíduo. Estes projetos enfatizam essencialmente a prevenção e combate ao bullying e outras formas de violência, promoção de saúde socioemocional, prevenção ao assédio moral e ações de valorização e promoção da vida.

Criada há mais de seis anos, a Abrace é fruto de extensas pesquisas realizadas no Brasil e Reino Unido, que resultaram na criação de metodologias próprias, que têm se mostrado cada vez eficazes ao longo dos anos, utilizando demandas da sociedade contemporânea como uma oportunidade formativa e obtendo como resultado escolas mais solidárias e reumanizadas.

Atualmente, a Abrace Programas Preventivos possui convênios com diversas instituições como FIEMG, FIEP, Grupo SEB, Rede Filhas de Jesus, Sistema Bernoulli, Pitágoras, OAB – SP, dentre outras, além de ser a instituição responsável pelas ações da Frente Parlamentar de Combate ao Bullying e Outras Formas de Violência, no Congresso Nacional. O árduo trabalho realizado por esta instituição tem possibilitado diariamente a conscientização e transformação da vida de centenas de estudantes ao redor do Brasil, promovendo bem estar individual e coletivo.

 

jul 9 Secretaria de Educação de Suzano-SP promove palestra do projeto Escola Sem Bullying na E.M. “Liuba Pizzolito”

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A Prefeitura de Suzano-SP promoveu na Escola Municipal (E.M.) “Liuba Pizzolito”, localizada no Jardim das Lavras Mirim, uma palestra sobre Bullying. Em parceria com a Fundação Abrace – Programas Preventivos, a rede municipal de ensino colocou a ação em prática na sexta-feira (30 de junho) dentro do projeto “Escola sem Bullying”. Na oportunidade, o público teve acesso a subsídios teóricos e metodológicos sobre a inserção da temática no cotidiano escolar.

O “Escola Sem Bullying” tem a proposta de reduzir em até 94% os índices de violência verbal nas instituições escolares participantes. Por meio de várias atividades, a iniciativa valoriza a sensibilização e a conscientização dos alunos a respeito do bullying dentro e fora da escola, ao passo em que reforça a importância da igualdade, da solidariedade, bem como da consciência ética e moral.

De acordo com o secretário municipal de Educação, Nazih Youssef Franciss, a prática do bullying nas unidades de ensino pode render prejuízos devastadores para toda a comunidade escolar. A falta de programas de prevenção nas escolas e, consequentemente, a ocorrência dos casos de agressão verbal, podem causar sérios danos às vítimas e a seus familiares, conforme reitera o gestor.

Ao final dos trabalhos, alunos participantes receberam um livro sobre a temática abordada.  

A Abrace Programas Preventivos

Fundada por Benjamim Horta, que ministrou os trabalhos voluntários na escola “Liuba Pizzolito” na sexta-feira, a Fundação Abrace tem a prerrogativa de transformar os ambientes sociais, como escolas, empresas e órgãos públicos, com o objetivo de melhorar as relações interpessoais. Com sede em Curitiba-PR, a entidade defende a prática da saúde emocional por meio de cursos, programas preventivos, treinamentos, palestras e atendimento clínico.

Horta é pedagogo, especialista em Filosofia e Direitos Humanos e estudante contínuo de Psicanálise. Começou a trabalhar na área da Educação na Inglaterra, onde morou por quatro anos. De volta ao Brasil, criou a Fundação Abrace, pela qual lidera projetos na área educacional voltados a políticas preventivas de violência escolar, assédio moral e promoção da saúde emocional.

Fonte: http://suzano.sp.gov.br/web/secretaria-de-educacao-de-suzano-sp-promove-palestra-sobre-bullying-na-e-m-liuba-pizzolito/

jun 26 ‘Introversão não é algo a ser curado’

Psicóloga americana lança ‘O poder dos quietos para jovens’ com dicas para pais e professores

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Introvertida de carteirinha, Susan Cain já teve pavor de falar em público, mas sua palestra sobre o assunto no TED Talks tem mais de 17 milhões de visualizações. O segredo? Ela finge. Ou melhor, adota um personagem para essas situações, e diz em entrevista ao GLOBO que isso não é ruim. Tanto que lançou um livro para que crianças e adolescentes conheçam estratégias como esta para sobreviver num mundo onde o falatório é cada vez maior.

Como você começou sua “revolução quieta”? Em que idade?

Eu tenho sido introvertida por toda a vida, embora não tivesse um nome para isso. Acredito que a maioria dos introvertidos está ciente de que tem um temperamento diferente do que é socialmente esperado. Esta é uma espécie de missão de direitos civis para mim. Introvertidos são para extrovertidos o que as mulheres eram para os homens nos EUA de 1950 — cidadãos de segunda classe cheios de talento inexplorado.

Quais são as vantagens de ser introvertido?

A maioria das mentes mais criativas é introvertida, e isso acontece porque a solidão é um elemento crucial da criatividade. Produzir trabalho profundo e original muitas vezes requer ficar sentado, pensando, bolando estratégias. Extrovertidos e introvertidos são igualmente inteligentes, mas pode ser mais difícil para os extrovertidos se sentarem para terminar um trabalho. Introvertidos também são pensadores cuidadosos que planejam seus atos. Extrovertidos são mais de aproveitar o momento. Em uma cultura econômica que encoraja as pessoas a correrem tantos riscos, os dois tipos são necessários.

Qual é a diferença entre tímidos e introvertidos?

Timidez, em oposição à introversão, tem a ver com o medo do julgamento social negativo, tem a ver com a preocupação excessiva do que os outros pensam de você. A introversão é a opção pela quietude, por menos estímulos. A timidez é desconfortável, a introversão não. É possível ser introvertido sem ter esses medos, e também ser tímido e extrovertido. Os traços se sobrepõem, embora os psicólogos controlem até que ponto. Na prática, muitos introvertidos também são tímidos — mas muitos não são.

Como uma pessoa introvertida pode ser sociável sem fingir?

Eu constantemente finjo. Quando, por exemplo, eu tenho que fazer um discurso, ir a algum encontro do trabalho ou dar uma festa, eu finjo. Não acho que isso seja uma coisa ruim — o psicólogo Brian Little fala da necessidade que todos nós temos (inclusive os extrovertidos) de compor personagens para desempenhar papéis pelo bem do trabalho ou das pessoas que amamos. Extrovertidos têm que fazer isso também, quando têm que sentar para escrever um memorando enquanto preferiam estar conversando com seus colegas. O problema não é de vez em quando desempenhar outro papel, mas negarmos quem somos ou achar que tem algo errado com nossas escolhas. É legal nos obrigarmos a ir a festas de aniversário dos nossos amigos, mas não é legal nos sentirmos culpados quando ficamos em casa lendo no sábado à noite.

Você daria algumas dicas aos pais de crianças quietas?

Não apenas aceitem seus filhos introvertidos, deliciem-se com isso. Crianças introvertidas geralmente são gentis, criativas e interessantes, desde que estejam em condições favoráveis a elas. Não superprotejam seus filhos, mas lembrem-se de que as crianças introvertidas precisam percorrer um longo caminho até serem capazes de alçar voo. Elas geralmente desenvolvem grandes paixões, então cultivem esse entusiasmo: o engajamento intenso em alguma atividade leva à felicidade, e um talento bem desenvolvido gera autoconfiança. Lembrem-se que o que serve a um não serve a todos, então, se seu filho prefere pequenas comemorações no aniversário, com um ou dois amigos mais próximos em vez da turma toda da escola, ótimo. Vá desde cedo a eventos sociais. Deixe a criança sentir como se os outros tivessem se juntado a ela num espaço que ela domina, em vez de ter que introduzi-la em um grupo pré-existente.

E para os professores?

Não pensem em introversão como algo a ser curado. Se uma criança introvertida precisa de ajuda com habilidades sociais, ensinem ou recomendem um treinamento extraclasse, exatamente como fariam com um estudante que precisasse de reforço em matemática ou leitura. E celebre essa criança quieta por quem ela é. Alguns grupos de trabalho na sala de aula são até benéficos para alunos introvertidos, mas devem ser pequenos — em dois ou três — e estruturados cuidadosamente para que cada um tenha seu papel. Não coloque essas crianças sentadas em áreas de grande interação da sala: eles não ficarão mais extrovertidos por estarem ali, se sentirão ameaçados e terão problemas de concentração.

Há diferença em ensinar crianças introvertidas e extrovertidas?

Extrovertidos tendem a gostar de movimento, estimulação e trabalho colaborativo. Já os introvertidos preferem palestras, tempo de inatividade e projetos independentes. O ideal é misturar isso de forma justa. Na discussão em sala de aula, o professor pode, por exemplo, fazer uma pergunta e, em vez de fazer com que os alunos respondam a ele, pedir que falem calmamente com os vizinhos sobre a resposta. Depois, o professor pode pedir aos alunos que compartilhem as suas respostas com toda a classe — os estudantes mais reticentes são mais propensos a falar com o grupo depois de conversar calmamente com um parceiro. Outra boa opção é usar técnicas de ensino on-line. Desse modo, as crianças podem revelar seus pensamentos, ideias e e-mails como não fariam na discussão ao vivo. E uma vez que participaram on-line, eles são mais propensos a se engajar na aula também.

Fonte e foto: O Globo.

abr 27 Frente Parlamentar Mista de Combate ao Bullying é instalada na Câmara dos Deputados

A Câmara dos Deputados instalou, hoje (27), a Frente Parlamentar Mista de Combate ao Bullying e outras Formas de Violência em parceria com a Abrace Programas Preventivos. Criada e presidida pelo deputado federal Roberto de Lucena (PV-SP), a intenção é desenvolver um trabalho conjunto entre pais, professores, especialistas e legisladores para disseminar a cultura de paz a começar do ambiente escolar.

“Os reflexos do jogo Baleia Azul e da série 13 razões, da Netflix, demonstram que nós precisamos lançar um olhar de mais atenção para o que está acontecendo no universo da criança e do adolescente. Esta frente tem papel fundamental na identificação de propostas legislativas que tenham a pretensão de levantar muros de proteção, como também de mobilização do Parlamento para provocar o Executivo, propondo políticas públicas de prevenção em forma de campanhas, além de buscar diálogo com a sociedade, com o Ministério Público, com o Judiciário, entre outras instituições”, defendeu Lucena.

O parlamentar, que criou e presidiu a mesma frente na legislatura passada, lembrou que a atuação da frente foi muito importante na aprovação da lei de combate ao Bullying (Lei nº 13.185). A nova norma caracteriza claramente as situações de agressão física, psicológica e moral que podem ser consideradas bullying e estabelece regras para definir casos de intimidação realizados por meio da internet.

Durante o evento, foi realizado o seminário “Bullying: da urgência à oportunidade formativa”. O diretor da Abrace Programas Preventivos, Benjamin Horta, explicou que bullying é um conjunto de ações agressivas, intencionais e repetitivas, adotados por um ou mais alunos contra outros alunos. “O aluno está sofrendo bullying quando é exposto a ações negativas de forma repetitiva e apresenta nesta dinâmica dificuldades de se defender”, disse.

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Benjamim Horta – diretor da Abrace – Programas Preventivos, instituição responsável pelas ações de combate ao bullying junto à Frente Parlamentar Mista de Combate ao Bullying e Outras Violências.

Já a professora do Departamento de Psicologia da UFPR), Dra. Lis Soboll, afirmou que a sociedade hoje está centrada nos valores do “reino do dinheiro” onde o trabalho, consumo e tecnologia são fontes de identidade e que há uma crise na relação com o outro. “A consequência são crianças e jovens órfãos de pais ricos e com a sua identidade fragmentada. É uma crise de identidade extremamente danosa”, disse Soboll.

Uma ferramenta virtual colaborativa será disponibilizada para traçar ações e disseminar boas práticas, buscando fortalecer parcerias e dar apoio direto aos profissionais da área.

Sobre o Bullying no Brasil

Pesquisa realizada pelas Nações Unidas mostra que quase metade (43%) das crianças e jovens brasileiras já sofreu bullying por razões como aparência física, gênero, orientação sexual, etnia ou país de origem. A taxa é semelhante a outros países da região: Argentina (47,8%), Chile (33,2%), Uruguai (36,7%) e Colômbia (43,5%). Em países desenvolvidos, a taxa também gira em torno de 40% a 50%, como é o caso de Alemanha (35,7%), Noruega (40,4%) e Espanha (39,8%). O levantamento foi realizado no ano passado com 100 mil crianças e jovens de 18 países.

mar 24 Pesquisa da ONU mostra que metade das crianças e jovens do mundo já sofreu bullying.

Fonte: ONUBR

Pesquisa realizada pelas Nações Unidas no ano passado com 100 mil crianças e jovens de 18 países mostrou que, em média, metade deles sofreu algum tipo de bullying por razões como aparência física, gênero, orientação sexual, etnia ou país de origem.

No Brasil, esse percentual é de 43%, taxa semelhante a outros países da região: Argentina (47,8%), Chile (33,2%), Uruguai (36,7%) e Colômbia (43,5%).

Um terço dos entrevistados disse acreditar que sofrer bullying é normal e, por isso, não contou a ninguém. Foto: Shutterstock / CC

Em média, metade das crianças e jovens no mundo dizem ter sofrido bullying. Foto: Shutterstock / CC

Pesquisa realizada pelas Nações Unidas no ano passado com 100 mil crianças e jovens de 18 países mostrou que, em média, metade deles sofreu algum tipo de bullying por razões como aparência física, gênero, orientação sexual, etnia ou país de origem.

Os números constam no relatório “Pondo fim à tormenta: combatendo o bullying do jardim de infância ao ciberespaço”, realizado pelo representante do secretário-geral da ONU para o combate à violência contra a criança e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

No Brasil, esse percentual é de 43%, taxa semelhante a outros países da região: Argentina (47,8%), Chile (33,2%), Uruguai (36,7%) e Colômbia (43,5%). Em países desenvolvidos, a taxa também gira em torno de 40% a 50%, como é o caso de Alemanha (35,7%), Noruega (40,4%) e Espanha (39,8%).

“O bullying é uma experiência danosa, apesar de evitável, para muitas crianças no mundo. Não importa como seja definida, as pesquisas internacionais recentes com crianças relatam uma taxa entre 29% e 46% de crianças alvo de bullying nos países estudados”, afirmou o relatório.

Segundo o documento, evidências mostram que tanto as vítimas como os perpetuadores desse tipo de violência na infância sofrem em termos de desenvolvimento pessoal, educação e saúde, com efeitos negativos persistindo na vida adulta.

“Quando as crianças são afetadas pelo bullying, elas não conseguem tirar vantagens das oportunidades de desenvolvimento aberta a elas nas comunidades e escolas nas quais vivem”, afirmou o relatório.

O estudo mostrou que o bullying é um fenômeno complexo que toma múltiplas formas, e é experimentado de diversas formas no mundo. Normalmente definido como provocação, exclusão ou violência física, em torno de um em cada três crianças em idade escolar no mundo informaram ter passado por alguma experiência envolvendo bullying ao menos uma vez nos meses precedentes.

O fenômeno também é mais comum entre crianças de idade escolar em países mais pobres, e na maior parte dos países os meninos e crianças mais jovens enfrentam o problema mais frequentemente.

O UNICEF está trabalhando com governos, sociedade civil e setor privado para estabelecer mecanismos para que as crianças possam reportar casos de violência, como atendimento por telefone, plataformas online e aplicativos móveis. Isso está ocorrendo em diversos países, entre eles Albânia, Algéria, Brasil, Hungria, Quênia, Madagascar e Sérvia.

No Brasil, o UNICEF, em colaboração com o governo federal e a ONG CEDECA e a empresa IlhaSoft, lançaram a plataforma “Proteja Brasil” em 2014, por meio do qual é possível reportar violência e abusos para as autoridades.

UNESCO organiza simpósio sobre o tema

Diante de seu compromisso com a construção de uma educação inclusiva e de qualidade, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) e o Instituto de Prevenção à Violência Escolar da Universidade de Mulheres Ewha organizam na semana que vem (17 a 19) em Seul, na Coreia do Sul, o simpósio internacional “Violência Escolar e Bullying: das Evidências à Ação”.

O evento deve reunir cerca de 250 pessoas de 75 países, incluindo professores, estudantes, ministros e vice-ministros da Educação, autoridades políticas, oficiais da ONU e de agências bilaterais, além de outros parceiros e representantes da sociedade civil, do setor privado e das comunidades escolares.

“Enquanto muitos estudantes aprendem em ambientes seguros e estimulantes, outros são expostos à violência e ao bullying, o que infringe seu direito fundamental à educação”, disse Soo Hyang Choi, diretor da divisão para inclusão, paz e desenvolvimento sustentável da UNESCO.

“O simpósio permite que a comunidade internacional elabore novas ações para responder à violência escolar e ao bullying; e representa uma oportunidade de implementar as recomendações do relatório do secretário-geral da ONU sobre a proteção de crianças, apresentadas na Assembleia Geral das Nações Unidas em outubro de 2016”, declarou.

O simpósio internacional visa a ampliar a liderança da UNESCO no combate à violência escolar baseada em gênero, incluindo violência baseada em orientação sexual e identidade de gênero e expressão.

O evento também ocorre depois do lançamento de dois importantes relatórios em 2016, um sobre a resposta do setor educacional à violência baseada em orientação sexual e identidade de gênero e expressão, e outro com um guia sobre como enfrentar a violência baseada em gênero nas escolas.

Um novo relatório global será lançado durante o simpósio, oferecendo dados atualizados sobre escopo, natureza e impacto da violência escolar e do bullying, e fornecendo diretrizes para o setor educacional para o planejamento e a implementação efetiva de respostas.

O simpósio internacional tornou-se possível com o financiamento da UNESCO e do Ministério da Educação da Coreia do Sul por meio da Fundação Nacional de Pesquisa da Coreia do Sul.

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