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Educação

nov 7 Paraná é um dos Estados com mais casos de bullying no Brasil – Entrevista Benjamim Horta para rádio BandNews.

O caso registrado em Goiânia na última semana, de um aluno de uma escola particular de 14 anos que abriu fogo contra os colegas dentro da sala de aula porque sofria bullying, reacende a discussão no país sobre o tema. Dois estudantes morreram e outros quatro ficaram feridos.

Apesar de parecer distante por ter ocorrido no centro-oeste do Brasil, o problema é de todos. A prática vai muito além das limitações geográficas e é motivo de alerta também no Paraná, onde 48,5% dos estudantes se consideram vítimas desse tipo de agressão.

Os números fazem parte da Pesquisa Nacional de Saúde Escolar, publicada em agosto de 2016 pelo IBGE, e como os dados fazem do Estado um dos que têm a pior situação, a BandNews procurou o criador do projeto Escola Sem Bullying, Benjamim Horta, que também é diretor-fundador da Abrace Programas Preventivos, para falar sobre o assunto. Ele conversou com Daiane Andrade.

Ouça a entrevista: http://bandnewsfmcuritiba.com/parana-e-um-dos-estados-com-mais-casos-de-bullying-no-brasil/

Fonte: Rádio BandNews

jul 24 Unidades do Colégio SEB Dom Bosco iniciam o projeto Escola Sem Bullying, em Curitiba/PR.

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Durante o último sábado (22 de julho), os professores, coordenadores e diretores das unidades Dom Bosco Ahú e Mercês de Curitiba/PR estiverem presentes na capacitação “Práticas Pedagógicas de Prevenção ao Bullying”, palestra que inicia o projeto Escola Sem Bullying da Abrace Programas Preventivos, e que está sendo implementado na instituição a partir deste mês.

O encontro teve como objetivo dar início ao processo de conscientização dos professores contra a prática do bullying no ambiente escolar. Durante quatro horas, a equipe aprendeu sobre os fundamentos práticos do bullying, além da etiologia e as causas do comportamento agressivo entre crianças e adolescentes.

O “Escola Sem Bullying” possui 12 etapas e tem a proposta de reduzir em até 94% os índices de violência nas instituições escolares participantes. Por meio de várias atividades, a iniciativa valoriza a sensibilização e a conscientização dos alunos a respeito do bullying dentro e fora da escola, ao passo em que reforça a importância da igualdade, da solidariedade, bem como da consciência ética e moral.

A Abrace Programas Preventivos

Fundada por Benjamim Horta, a Abrace – Programas Preventivos é uma empresa que auxilia escolas e instituições de ensino na criação e aplicação de projetos que visem ampliar o desenvolvimento das potencialidades dos alunos, por meio ações que promovam o reforço de valores essenciais à formação integral do indivíduo. Estes projetos enfatizam essencialmente a prevenção e combate ao bullying e outras formas de violência, promoção de saúde socioemocional, prevenção ao assédio moral e ações de valorização e promoção da vida.

Criada há mais de seis anos, a Abrace é fruto de extensas pesquisas realizadas no Brasil e Reino Unido, que resultaram na criação de metodologias próprias, que têm se mostrado cada vez eficazes ao longo dos anos, utilizando demandas da sociedade contemporânea como uma oportunidade formativa e obtendo como resultado escolas mais solidárias e reumanizadas.

Atualmente, a Abrace Programas Preventivos possui convênios com diversas instituições como FIEMG, FIEP, Grupo SEB, Rede Filhas de Jesus, Sistema Bernoulli, Pitágoras, OAB – SP, dentre outras, além de ser a instituição responsável pelas ações da Frente Parlamentar de Combate ao Bullying e Outras Formas de Violência, no Congresso Nacional. O árduo trabalho realizado por esta instituição tem possibilitado diariamente a conscientização e transformação da vida de centenas de estudantes ao redor do Brasil, promovendo bem estar individual e coletivo.

 

jul 9 Secretaria de Educação de Suzano-SP promove palestra do projeto Escola Sem Bullying na E.M. “Liuba Pizzolito”

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A Prefeitura de Suzano-SP promoveu na Escola Municipal (E.M.) “Liuba Pizzolito”, localizada no Jardim das Lavras Mirim, uma palestra sobre Bullying. Em parceria com a Fundação Abrace – Programas Preventivos, a rede municipal de ensino colocou a ação em prática na sexta-feira (30 de junho) dentro do projeto “Escola sem Bullying”. Na oportunidade, o público teve acesso a subsídios teóricos e metodológicos sobre a inserção da temática no cotidiano escolar.

O “Escola Sem Bullying” tem a proposta de reduzir em até 94% os índices de violência verbal nas instituições escolares participantes. Por meio de várias atividades, a iniciativa valoriza a sensibilização e a conscientização dos alunos a respeito do bullying dentro e fora da escola, ao passo em que reforça a importância da igualdade, da solidariedade, bem como da consciência ética e moral.

De acordo com o secretário municipal de Educação, Nazih Youssef Franciss, a prática do bullying nas unidades de ensino pode render prejuízos devastadores para toda a comunidade escolar. A falta de programas de prevenção nas escolas e, consequentemente, a ocorrência dos casos de agressão verbal, podem causar sérios danos às vítimas e a seus familiares, conforme reitera o gestor.

Ao final dos trabalhos, alunos participantes receberam um livro sobre a temática abordada.  

A Abrace Programas Preventivos

Fundada por Benjamim Horta, que ministrou os trabalhos voluntários na escola “Liuba Pizzolito” na sexta-feira, a Fundação Abrace tem a prerrogativa de transformar os ambientes sociais, como escolas, empresas e órgãos públicos, com o objetivo de melhorar as relações interpessoais. Com sede em Curitiba-PR, a entidade defende a prática da saúde emocional por meio de cursos, programas preventivos, treinamentos, palestras e atendimento clínico.

Horta é pedagogo, especialista em Filosofia e Direitos Humanos e estudante contínuo de Psicanálise. Começou a trabalhar na área da Educação na Inglaterra, onde morou por quatro anos. De volta ao Brasil, criou a Fundação Abrace, pela qual lidera projetos na área educacional voltados a políticas preventivas de violência escolar, assédio moral e promoção da saúde emocional.

Fonte: http://suzano.sp.gov.br/web/secretaria-de-educacao-de-suzano-sp-promove-palestra-sobre-bullying-na-e-m-liuba-pizzolito/

maio 15 Prefeitura de Suzano adere ao Projeto Escola Sem Bullying, da Abrace Programas Preventivos

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Com o tema “Práticas Pedagógicas de Prevenção ao Bullying”, formação foi destinada a professores, supervisores e diretores da rede municipal de ensino; objetivo da iniciativa é dar início ao Projeto Escola Sem Bullying, da Abrace Programas Preventivos, e um processo de conscientização dos educadores contra a prática da perseguição e da discriminação entre alunos no ambiente escolar

 

A Abrace – Programas Preventivos promoveu, na noite desta terça-feira (9 de maio), uma capacitação para educadores da rede municipal de ensino de Suzano-SP sobre “Práticas Pedagógicas de Prevenção ao Bullying”. O encontro  teve como objetivo dar início ao processo de conscientização dos professores contra a prática da perseguição e da discriminação entre alunos no ambiente escolar, o bullying.

Com duração de pouco mais de três horas, a formação foi destinada a professores, supervisores de ensino e diretores da rede de ensino local. Na oportunidade, a empresa curitibana apresentou os fundamentos teóricos e práticos sobre o bullying, fornecendo, inclusive, materiais didáticos que serão trabalhados com os alunos das escolas municipais com o Projeto Escola Sem Bullying, da instituição.

Entre as atividades a serem desenvolvidas com os estudantes de Suzano, serão apresentados 150 livros paradidáticos. Vão participar da atividade educandos dos 3ºs, 4ºs e 5ºs anos do ensino fundamental. Já aos alunos dos 1ºs e dos 2ºs anos, serão aplicadas dinâmicas de grupo sobre valores como empatia, amizade, compreensão e tolerância entre as crianças.

Segundo Franciss, a palestra de ontem precedeu um programa de combate ao bullying que está sendo implantado em Suzano. Inclusive, a cidade administrada pelo prefeito Rodrigo Ashiuchi é a primeira do Estado de São Paulo a aderir à iniciativa. O gestor ressalta, ainda, que o projeto não vai gerar custos aos cofres públicos, uma vez que as despesas com livros e as qualificações profissionais estão a cargo da instituição Abrace.

O secretário de Educação de Suzano lembra que, há dois anos, existe uma lei federal (13.185/2015) que prevê que todos os municípios desenvolvam programas e mecanismos para coibirem o bullying no ambiente escolar.

Fonte: http://suzano.sp.gov.br/web/instituicao-abrace-promove-palestra-sobre-prevencao-ao-bullying-a-professores-da-rede-de-ensino-de-suzano-sp/

mar 24 Pesquisa da ONU mostra que metade das crianças e jovens do mundo já sofreu bullying.

Fonte: ONUBR

Pesquisa realizada pelas Nações Unidas no ano passado com 100 mil crianças e jovens de 18 países mostrou que, em média, metade deles sofreu algum tipo de bullying por razões como aparência física, gênero, orientação sexual, etnia ou país de origem.

No Brasil, esse percentual é de 43%, taxa semelhante a outros países da região: Argentina (47,8%), Chile (33,2%), Uruguai (36,7%) e Colômbia (43,5%).

Um terço dos entrevistados disse acreditar que sofrer bullying é normal e, por isso, não contou a ninguém. Foto: Shutterstock / CC

Em média, metade das crianças e jovens no mundo dizem ter sofrido bullying. Foto: Shutterstock / CC

Pesquisa realizada pelas Nações Unidas no ano passado com 100 mil crianças e jovens de 18 países mostrou que, em média, metade deles sofreu algum tipo de bullying por razões como aparência física, gênero, orientação sexual, etnia ou país de origem.

Os números constam no relatório “Pondo fim à tormenta: combatendo o bullying do jardim de infância ao ciberespaço”, realizado pelo representante do secretário-geral da ONU para o combate à violência contra a criança e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

No Brasil, esse percentual é de 43%, taxa semelhante a outros países da região: Argentina (47,8%), Chile (33,2%), Uruguai (36,7%) e Colômbia (43,5%). Em países desenvolvidos, a taxa também gira em torno de 40% a 50%, como é o caso de Alemanha (35,7%), Noruega (40,4%) e Espanha (39,8%).

“O bullying é uma experiência danosa, apesar de evitável, para muitas crianças no mundo. Não importa como seja definida, as pesquisas internacionais recentes com crianças relatam uma taxa entre 29% e 46% de crianças alvo de bullying nos países estudados”, afirmou o relatório.

Segundo o documento, evidências mostram que tanto as vítimas como os perpetuadores desse tipo de violência na infância sofrem em termos de desenvolvimento pessoal, educação e saúde, com efeitos negativos persistindo na vida adulta.

“Quando as crianças são afetadas pelo bullying, elas não conseguem tirar vantagens das oportunidades de desenvolvimento aberta a elas nas comunidades e escolas nas quais vivem”, afirmou o relatório.

O estudo mostrou que o bullying é um fenômeno complexo que toma múltiplas formas, e é experimentado de diversas formas no mundo. Normalmente definido como provocação, exclusão ou violência física, em torno de um em cada três crianças em idade escolar no mundo informaram ter passado por alguma experiência envolvendo bullying ao menos uma vez nos meses precedentes.

O fenômeno também é mais comum entre crianças de idade escolar em países mais pobres, e na maior parte dos países os meninos e crianças mais jovens enfrentam o problema mais frequentemente.

O UNICEF está trabalhando com governos, sociedade civil e setor privado para estabelecer mecanismos para que as crianças possam reportar casos de violência, como atendimento por telefone, plataformas online e aplicativos móveis. Isso está ocorrendo em diversos países, entre eles Albânia, Algéria, Brasil, Hungria, Quênia, Madagascar e Sérvia.

No Brasil, o UNICEF, em colaboração com o governo federal e a ONG CEDECA e a empresa IlhaSoft, lançaram a plataforma “Proteja Brasil” em 2014, por meio do qual é possível reportar violência e abusos para as autoridades.

UNESCO organiza simpósio sobre o tema

Diante de seu compromisso com a construção de uma educação inclusiva e de qualidade, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) e o Instituto de Prevenção à Violência Escolar da Universidade de Mulheres Ewha organizam na semana que vem (17 a 19) em Seul, na Coreia do Sul, o simpósio internacional “Violência Escolar e Bullying: das Evidências à Ação”.

O evento deve reunir cerca de 250 pessoas de 75 países, incluindo professores, estudantes, ministros e vice-ministros da Educação, autoridades políticas, oficiais da ONU e de agências bilaterais, além de outros parceiros e representantes da sociedade civil, do setor privado e das comunidades escolares.

“Enquanto muitos estudantes aprendem em ambientes seguros e estimulantes, outros são expostos à violência e ao bullying, o que infringe seu direito fundamental à educação”, disse Soo Hyang Choi, diretor da divisão para inclusão, paz e desenvolvimento sustentável da UNESCO.

“O simpósio permite que a comunidade internacional elabore novas ações para responder à violência escolar e ao bullying; e representa uma oportunidade de implementar as recomendações do relatório do secretário-geral da ONU sobre a proteção de crianças, apresentadas na Assembleia Geral das Nações Unidas em outubro de 2016”, declarou.

O simpósio internacional visa a ampliar a liderança da UNESCO no combate à violência escolar baseada em gênero, incluindo violência baseada em orientação sexual e identidade de gênero e expressão.

O evento também ocorre depois do lançamento de dois importantes relatórios em 2016, um sobre a resposta do setor educacional à violência baseada em orientação sexual e identidade de gênero e expressão, e outro com um guia sobre como enfrentar a violência baseada em gênero nas escolas.

Um novo relatório global será lançado durante o simpósio, oferecendo dados atualizados sobre escopo, natureza e impacto da violência escolar e do bullying, e fornecendo diretrizes para o setor educacional para o planejamento e a implementação efetiva de respostas.

O simpósio internacional tornou-se possível com o financiamento da UNESCO e do Ministério da Educação da Coreia do Sul por meio da Fundação Nacional de Pesquisa da Coreia do Sul.

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