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nov 5 Com jogos tradicionais e de mesa, colégio de Bogotá ensina direitos humanos.

Fonte: Educação Integral

No colégio Benjamín Herrera, a liberdade de pensamento e religião, a igualdade e o respeito são temas comuns na hora do intervalo, momento em que, ao redor das mesas, os estudantes se reúnem para participar de diversos jogos de mesa.

Não se trata de jogos clássicos. São versões originais, pensadas e desenhadas pelos próprios jovens, que em sua dinâmica fazem alusão aos direitos humanos e a problemáticas que os transgridem, como a violência ou a discriminação.

A iniciativa é parte do projeto “Construamos um mundo em harmonia de direitos e deveres“, liderado pelos professores Jairo Salamanca e Miguel Plazas, cujo propósito é contribuir para a formação integral da comunidade a partir da promoção, divulgação e cumprimento desses princípios e liberdades.

Jairo e Miguel, dois docentes convencidos do poder da educação para transformar os indivíduos e seu entorno, apostaram no jogo como estratégia para formar  uma nova geração de estudantes para quem o respeito deve primar na hora de se relacionar uns com os outros. Por essa prática pedagógica, foram indicados ao prêmio Campartir al Maestro em sua edição de 2016.

“Antes, no colégio, tínhamos muitos conflitos de convivência. Por isso pensamos que, através deste tema, do lúdico e da investigação, poderíamos motivar os estudantes a transformar a forma de se relacionar. E creio que conseguimos: hoje há respeito e tolerância”, explica Jairo.

Jogar os dados pelos direitos humanos

A regra é fácil. Para poder avançar a quantidade de casas que indicam os dados um desafio deve ser superado: responder corretamente uma pergunta sobre direitos humanos. Assim se joga ludo no colégio de Puente Aranda, com a oportunidade de refletir, divertir-se e aprender ao mesmo tempo.

Para os que preferem jogos tradicionais com mais “ação” também esta a opção da rana*.O estudante David Díaz criou e modificou as regras do jogo de tal forma que as pontuações só são somadas se o jogador responder corretamente a determinadas perguntas. Por que os direitos foram inventados? O que é direito à família? Como pode se promover os direitos na sociedade? O trabalho é um direito ou um dever? São algumas das questões que podem ser destinadas àqueles que acertam o lançamento.

No pátio há jogos para todos os gostos, como uma versão própria de Uno, um bingo e uma loteria clássica, todos desenhados pelos estudantes com diferentes materiais. Os criadores não dissimulam seu entusiasmo e para estimular a participação de mais crianças e inventaram prêmios ou reconhecimentos, criando uma verdadeira competição.

“Todos gostam de bingo porque jogam com a sorte e com os conhecimentos para ganhar”, diz um dos inventores dessa versão, enquanto seu companheiro enuncia cada uma das bolinhas sorteadas.

“Se esses jogos chegassem a outros colégios de Bogotá, poderíamos gerar um grande impacto na convivência escolar”, afirma o professor Jairo, após explicar que desta forma os descansos no colégio Benjamín Herrera se converteram em espaços lúdicos de aprendizagem nos quais a igualdade, a tolerância e o respeito, a não discriminação e a não violência são temas cotidianos entre os estudantes.

*Em espanhol, rã. Trata-se de um jogo onde deve se lançar uma moeda e acertá-la dentro da boca de uma rã feita, em geral, de metal ou madeira.

Texto de Andrés Moncada publicado na plataforma colombiana Compartir Palabra Maestra. Tradução: Dafne Melo. 

mar 18 Abrace e SINEPE/PR realizam em Curitiba palestra sobre bullying e saúde emocional.

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Sabemos que educadores são agentes diretos no processo de prevenção e melhoria do ambiente escolar, e diariamente são desafiados por demandas que vão além do conteúdo acadêmico como a violência e a indisciplina. Uma destas principais demandas é o bullying, comportamento que diariamente aflige milhares de estudantes no Brasil e no mundo. É pensando nisso que o Sinepe/PR em parceria com a Abrace – Programas Preventivos realizará no dia 07 de Abril –  Dia Nacional de Combate ao Bullying, a palestra Bullying e Saúde Emocional – Práticas Pedagógicas de Prevenção, a fim de orientar profissionais da educação para lidar de forma pedagógica e preventiva com este fenômeno e promover uma cultura de paz. O tema e a dinâmica desta abordagem possuem uma composição epistêmico-existencial que proporcionam ao profissional um olhar para dentro do habitat interior do aluno, compreendendo o comportamento de forma mais ampla e mobilizando-o para uma reelaboração do seu mundo social e educacional.

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 http://bit.ly/palestra-bullying-abrace-e-sinepe-parana

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mar 16 Abrace e Colégio Batista Betesda juntos contra o bullying.

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A Abrace realizou no dia 05 deste mês, o curso de capacitação Práticas Pedagógicas de Prevenção ao Bullying para a equipe do Colégio Batista Betesda, situado em Santa Luzia – MG. O curso é referente à aplicação da primeira etapa do projeto Escola Sem Bullying, e visa preparar educadores para lidar com o bullying de forma preventiva e pedagógica por meio de fatores de proteção e conscientização da comunidade escolar. O curso, ministrado por Benjamim Horta, contou com a participação de todo o corpo docente, coordenação e direção do colégio.

Segundo Ruth Tavares, diretora do colégio Batista Betesda, “a realização de um projeto de intervenção voltado para uma temática tão polêmica e desafiadora como bullying trouxe uma nova perspectiva para todo o corpo gestor do Colégio Batista Betesda, bem como dos professores, pais e alunos.  A prática do diálogo aberto foi estimulada, onde, tanto a equipe pedagógica como os educandos puderam expor abertamente suas ideias, revelando por vezes terem sido vítimas do bullying. Isto nos estimulou a termos um olhar mais atento aos conflitos e necessidades do alunos.”

Agradecemos ao Colégio Batista Betesda pela parceria e confiança, sabendo que juntos podemos acabar com o bullying!

 

 

 

 

jul 22 Abrace – Programas Preventivos e FIEMG na luta e prevenção ao bullying escolar.

Nestes últimos dias 16 e 17 de julho, a Abrace – Programas Preventivos palestrou em duas unidades SENAI, Contagem e Belo Horizonte.

A palestra abordou o tema da prevenção ao bullying e violência escolar. Benjamim Horta – Diretor da Abrace – Programas Preventivos falou durante duas tardes para professores, pedagogos e responsáveis pela educação no Estado.

Unidade de Contagem-MG

Unidade de Contagem-MG

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jul 9 SINDPOL-MG e Abrace – Programas Preventivos realizam curso sobre assédio moral.

O Sindicato dos Servidores da Polícia Civil do Estado de Minas Gerais (Sindpol), promoveu nos dias 12, 13 e 14 deste mês, o curso “Práticas de Prevenção ao Assédio Moral no Setor Público”. O evento foi promovido em parceria com a Abrace Programas Preventivos e teve o apoio da Federação Interestadual dos Servidores Públicos Municipais e Estaduais (Fesempre). A vice-presidente da Federação, Áurea Izidora esteve presente e representou o presidente Aldo Liberato.

No primeiro dia (12) , os presentes se reuniram no Auditório Azul do Sesc Venda Nova, em Belo Horizonte e participaram da abertura oficial do Evento. Eles ouviram o Hino Nacional e logo em seguida o presidente do Sindipol tomou a palavra.

“Gostaria de agradecer a presença de todos vocês aqui. O combate ao Assédio Moral é uma ação desenvolvida há tempos pelo Sindipol. É um mal que tem assombrado os servidores públicos e que precisa ser denunciado. Espero que vocês aprendam muito e levem esse conhecimento para seus municípios. Declaro aberto o curso”, afirmou o presidente do Sindpol, Denilson Martins.

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As palestras tiveram início no sábado (13), pela manhã. O curso foi divido em cinco módulos, são eles: Assédio Moral: Etimologia, Aspectos Definidores, Caracterização e Percepção; Aspectos Jurídicos no Setor Público e Encaminhamentos; Genealogia da Ética e Moral; Etiologia da Perversão; Saúde Mental , Gestão de Pessoas e Motivação de Indivíduos.

Os dois primeiros módulos foram ministrados pela advogada Tânia Somariva . “As primeiras pesquisas sobre Assédio Moral foram desenvolvidas pelo psicólogo alemão Heinz Leymann, em 1980. Hoje, a Constituição Brasileira diz que devemos respeitar a dignidade humana, cuidar da saúde do trabalhador, mas não existe nada que trate diretamente sobre o assédio moral. Para isso é fundamental a criação de leis”, disse.

A palestrante ainda apontou o bullying como uma forma de assédio moral, explicou como a vítima deve se proteger e como agir na ocorrência do assédio. “Não pode ter medo. É importante anotar os assédios, guardar emails ou ter testemunhas. Poucos sabem, mas gravações também podem servir de prova a partir do momento que você participa da conversa. Se fosse uma gravação não autorizada ai sim, não serviria, mas como a vítima participa, a gravação é considerada uma prova”, afirmou a advogada Tânia Somariva .

Os módulos seguintes foram ministrados pelo filósofo, psicólogo e diretor da Abrace Programa Preventivos, Benjamin Horta. O palestrante traçou as características do assediador, as origens do medo, as diferenças entre homem e mulher, o assédio vertical e horizontal, dentre outros assuntos.

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“O assédio pode ocorrer do chefe para o empregado, do empregado para o chefe, entre empregados de níveis diferentes e até mesmo entre os empregados do mesmo nível. O assediador não sabe lidar bem com as frustrações. Ele, geralmente, não passou muito bem pelo processo de castração, que é quando os pais ‘podam’ algumas atitudes das crianças, dizem aquele não. Em muitos casos há falhas no processo de aprendizagem dos limites, e ele se torna um possível assediador quando adulto”, explicou o filósofo, psicólogo e diretor da Abrace Programas Preventivos, Benjamin Horta.

O orientador sindical da Fesempre, Valdeci dos Santos, parabenizou a realização do curso. “O curso foi excelente. O combate ao Assédio Moral é fundamental para que os servidores públicos tenham condições dignas de trabalho e possam oferecer um serviço de qualidade para a sociedade”, disse.

O curso terminou na tarde do último domingo (14) com uma importante notícia do Sindipol. No fim do ano, o Sindicato pretende promover o Seminário Internacional sobre Assédio Moral. Diversas autoridades do Brasil e de países próximos serão convidadas para debater o assunto. Todos os presentes no curso do último fim de semana, receberam certificados de participação.

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Fonte: Sindpol/MG e FESEMPRE